Os 20 melhores coquetéis com gin Beefeater

Escrito por Marcelo Sant'Iago

Fotos por Instagram @beefeatergin

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Em 2019, novamente, nosso conteúdo de gin foi o mais popular no Difford's Guide. Temos mais de 740 receitas de coquetel com gin e preparar uma lista apenas com 20 coquetéis não é uma tarefa fácil, mas vamos lá.

Todos os coquetéis do site foram testados e experimentados por Simon Difford, que dá nota a cada um deles. Você pode inclusive listar os melhores coquetéis pelo ranking de notas.

Como parte de nossa parceria com o gin Beefeater no Brasil, criei minha própria lista de coquetéis favoritos com gin London Dry.

Os coquetéis abaixo refletem meu gosto pessoal, por isso alguns podem não estar dentre os avaliados com nota máxima no Difford's Guide.

Para quem me conhece, a lista não revela grandes surpresas: são em sua maioria coquetéis clássicos com poucos ingredientes, que você inclusive pode preparar em casa sem grandes dificuldades, dentro da disponibilidade dos ingredientes, claro.

Algumas escolhas, como o Obituary, The Puritan e Alaska, não são populares, mas refletem meu enorme apreço por Chartreuse e Absinto.

Falando sobre popularidade, você irá notar a ausência do Negroni e Dry Martini. Não gosto de ser previsível, por isso optei por duas variações, o Negroni Bianco com Rosolio e o Marsala Martini.

E, claro, não poderia faltar o Martinez, um dos meus coquetéis favoritos dentre todos que já experimentei.

A lista está em ordem alfabética.

Alaska: receita de Harry Craddock, presente na edição de 1930 do The Savoy Cocktail Book.

Bijou: versão da receita de C.F. Lawor, de 1895. Mas, experimente também a de partes iguais de gin, vermute e Chartreuse, que Harry Johnson cita em seu Bartender's Manual, em 1900.

Corpse Reviver: mais um clássico de Harry Craddock, que disse no The Savoy Cocktail Book: "4 desses na sequência irão deixá-lo morto novamente".

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Earl Grey MarTEAni : criado por Audrey Saunders, em Nova York, que é conhecida como uma das responsáveis pela revitalização dos coquetéis com gin, especialmente em seu Pegu Club.

Fitzgerald: criação de Dale DeGroff, no Rainbow Rom, em Nova York nos anos 90. Pedida muito popular no bar Boca de Ouro, em São Paulo.

Gin Basil Smash : clássico contemporâneo criado pelo alemão Joerg Meyer, no Le Lion Bar de Paris, em Hamburgo, em 2008. Nasceu com o nome de Gin Pesto.

Gin & It: abreviação de Gin & Italian (o vermute), era conhecido como Sweet Martini no século XIX.

Gin & Tônica: nascido na Índia, possivelmente em meados do Século XIX. A versão popularizada no Brasil, "temperada"com botânicos e em copo balão, nasceu na Espanha, no início dos anos 2000.

Hanky Panky: criada pela única mulher até hoje a ser head-bartender no American Bar do Savoy hotel, Ada Coleman, em meados da década de 1900.

Last Word: creditado como um dos últimos coquetéis criados antes da Lei Seca. Esquecido durante décadas, em 2004 renasceu nas mão de Murray Stenson, no Zig Zag Cafe em Seattle. A receita mais antiga está em Bottom's Up, de Ted Saucier, lançado em 1951.

Left Bank Martini : excelente criação de Simon Difford, nascida em seu bar privado Cabinet Room, em 2006.

Marsala Martini: para muitos já é um clássico contemporâneo. Deliciosa criação de Tony Conigliaro, em seu 69 Colebrook Rom, em Londres. Mas você também o encontra no Bar Termini, outra propriedade dele.

Martinez: considerado como uma das inspiracões para o coquetel Martini e posteriormente do Dry Martini, sua autoria é desconhecida. Em São Paulo, vá ao Sylvester Bar e peça ao Rogério Frajola preparar um para você.

Negroni Bianco: esta variação de Negroni, com toque cítrico, é uma boa justificativa para alguma importadora trazer Italicus para o Brasil.

Obituary: um Dry Martini com toque de absinto. Uma de minhas receitas preferidas do livro de Robert Simonson "3-Ingredient Cocktails", lançado em 2017.

Ramos Gin Fizz: um dos maiores clássicos da coquetelaria mundial, nasceu em New Orleans em 1888.

The Puritan : coquetel herbal da família Martini, possivelmente criado no século XIX.

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Tuxedo #2: aparece pela primeira vez em Bartender's Manual (1900), de Harry Johnson. Tem 5 versões clássicas, esta é a variação de um Martini 50/50, citada por nos livros de Harry Craddock e no de Patrick Duffy. Em São Paulo, recomendo o Tuxedo criado por Ale D'Agostino, no Apothek Cocktails & Co.

Vesper: o famoso drink que Ian Fleming criou para James Bond, em Casino Royale, atualmente preparado com Lillet Blanc.

White Lady: gin sour com Cointreau, tem sua autoria disputada entre duas lendas de nome Harry: Craddock, do American Bar do Savoy Hotel, e McElhone, do Harry's New York Bar, em Paris.

MAIS BEEFEATER NO DIFFORD'S GUIDE

Veja as notas de degustação e avaliação de Beefeater por Simon Difford.

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